A segunda onda de pânico em relação ao Covid-19 fez com que o Ibovespa caísse 2% e o dólar subisse

Após várias subidas consecutivas nas taxas de juros, o principal índice do B3, o Ibovespa, caiu novamente, caindo 2%, para 92.795 pontos no fechamento de sexta-feira (12). Na semana passada, o índice caiu 1,95%, enquanto o Ibervispa ainda aumentou 6,17%. O mercado avaliou o medo da segunda onda de coronavírus. O pessimismo do presidente do Fed, Jerome Powell, ainda faz com que a economia americana decaia e ele ainda acredita que as perspectivas econômicas dos EUA são complexas.
Quando o mercado de ações caiu, o dólar pairou em incerteza e o ritmo acelerou. Na última sexta-feira (12), o dólar comercial subiu 2,14%, para R $ 5.045. No preço mais alto do dia, a moeda americana atingiu 5,108 reais. Todas as ações com o maior volume de negociação caíram durante o dia: as ações preferenciais da Petrobras (PETR4) caíram 3,74%. O preço das ações da Vale (VALE3) caiu 1,48%. A empresa recebeu uma liminar que suspendeu os requisitos das empresas de mineração para garantir que as multas fossem pagas pelo desastre de Brumadinho (MG).
Em nota, a Vale enfatizou que o juiz não descobriu os elementos do risco futuro de não conformidade da empresa. Os estoques do Bradesco (BBDC4), Itaú Unibanco (ITUB4) e Via Varejo (VVAR3) também caíram, caindo 1,14%, 1,99% e 2,07%, respectivamente.
O analista da Easynvest, José Falcão, disse que espera que o mercado de ações brasileiro caia hoje, causando pesadas perdas para o ADR brasileiro nas férias de Corpus Christi em Nova York. No entanto, destacou que o declínio foi inferior às expectativas do mercado. “Em 11 de junho, o principal fundo de índice de ações brasileiro (EWZ) em Nova York caiu 7,84%”, disse o analista em relatório.

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